O ato de tocar os lábios com o de outra pessoa. Este é o beijo, que pode ser um ato de amizade, afeto, carinho ou paixão. Uma singela ação que pode fazer as pessoas se apaixonarem, selarem compromissos, ou simplesmente se cumprimentarem. Muitas teorias existem sobre a origem do beijo, entretanto nenhuma delas é confirmada como sendo verdadeira. Desde uma explicação religiosa, até Darwiniana, o beijo é exemplificado como uma troca de carinho, e que há em todos os povos e nações do mundo.

A palavra beijo vem do latim, basium, e o ato de beijar possui relatos de sua existência desde 2.500 anos a.C., em desenhos nas paredes de templos na Índia. Na Antiguidade, gregos e romanos utilizavam muito o beijo como significado de reconhecimento entre as classes sociais.

Em diversos países, o beijo ganhou um significado e valor diferente. Em cerimônias matrimoniais, na Escócia, era o padre que beijava os noivos, selando os votos de amor eterno entre o casal. Na Itália, caso um homem beijasse uma jovem, ele teria que imediatamente se casar com ela. Enquanto na França, os homens eram liberados para beijar qualquer e quantas mulheres quisessem.

Até no Brasil Imperial o beijo recebeu um sinal de reverência. Na corte de D. João VI era imposta a obrigatoriedade da cerimônia da beija-mão. Toda vez que alguém apresentasse alguma reinvidicação ao Império, era necessário beijar a mão direita de D. João VI. Este ato até possui um quadro, que pertence ao acervo da Biblioteca Nacional.

Darwin

Uma das mais interessantes teorias sobre o beijo vem do inglês Charles Darwin (1809 - 1882). De acordo com estudos de Darwin, o beijo começou com os macacos. Na realidade, não eram beijos, mas mordidas que o macho dava na fêmea antes do coito, e desde então, evolui para o beijo que conhecemos hoje.

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